Sobre e os livros atuais e futuros

Blog de gatosguerreiros :Gatos guerreiros, Sobre e os livros atuais e futuros

   Gatos Guerreiros é uma serie de livros que contam sobra um "gatinho de gente" chamado Ferrugem que vira um aprendiz do clã do Trovão,mas chegando lá,ele enfrenta desafios como um clã ameaçador,um clã expulso e traição dentro de seu propio clã! Quantos desafios mais ele vai ter de enfrentar?

                            Os livros ja lançados

        1º Livro da Série Gatos Guerreiros – Erin Hunter

Livro 1 - Na Floresta - Erin Hunter

Título Nacional: Na Floresta
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 320 páginas
Editora: WMF Martins Fontes
Tradutor: Mariela Moraes

Título Original: Into the Wild
Ano de Lançamento: 2003
Número de Páginas: 272 páginas
Editora: HarperCollins

Sinopse:  Ao longo de gerações, quatro clãs de gatos selvagens dividiram o território da floresta de acordo com as leis prescritas por seus ancestrais. Mas os gatos do Clã do Trovão correm sério perigo porque o malévolo Clã das Sombras se fortalece a cada dia. No meio dessa turbulência, aparece um “gatinho de gente”, Ferrugem, que pode vir a se tornar o mais valente de todos os guerreiros.

2º Livro da Série Gatos Guerreiros – Erin Hunter

Livro 2 - Fogo e Gelo - Erin Hunter

Título Nacional: Fogo e Gelo
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 360 páginas
Editora: WMF Martins Fontes
Tradutor: Mariela Moraes

Título Original: Fire and Ice
Ano de Lançamento: 2003
Número de Páginas: 317 páginas
Editora: HarperCollins

Sinopse: Este volume, ‘Gatos guerreiros: fogo e gelo’, mostra os perigos que Coração de Fogo, agora um guerreiro do Clã do Trovão, terá de enfrentar na floresta. Com o inverno chegando, os gatos rivais do Clã do Rio estão cada vez mais inquietos, enquanto o fraco Clã do Vento sofre ameaças de todos os lados. O clima de tensão caminha para um desdobramento explosivo, e Coração de Fogo tem de lidar com a batalha iminente com os clãs rivais e a suspeita de traição dentro do próprio clã.

3º Livro da Série Gatos Guerreiros – Erin Hunter

Livro 3 - Floresta de Segredos - Erin Hunter

Título Nacional: Floresta de Segredos
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 360 páginas
Editora: WMF Martins Fontes
Tradutor: Mariela Moraes

Título Original: Forest of Secrets
Ano de Lançamento: 2003
Número de Páginas: 336 páginas
Editora: HarperCollins

Sinopse: Este volume, Gatos guerreiros: floresta de segredos, mostra a determinação de Coração de Fogo, agora um valente guerreiro do Clã do Trovão, em desvendar a verdade sobre a misteriosa morte de Rabo Vermelho, o antigo representante do Clã do Trovão. Ao procurar respostas, no entanto, Coração de Fogo desvenda segredos que, para muitos, seria melhor se ficassem ocultos. O determinado guerreiro descobre, ainda, que é cada vez mais difícil saber em quem realmente confiar.                  

 Os livros que serão lançados

4º Livro da Série Gatos Guerreiros – Erin Hunter

Livro 4 - Rising Storm - Erin Hunter

Título Nacional: Tempestade Crescendo (Tradução Livre)
Ano de Lançamento: Sem Previsão
Número de Páginas: Sem Previsão
Editora: WMF Martins Fontes
Tradutor: Mariela Moraes

Título Original: Rising Storm
Ano de Lançamento: 2004
Número de Páginas: 336 páginas
Editora: HarperCollins

Sinopse: Em breve…

5º Livro da Série Gatos Guerreiros – Erin Hunter

Livro 5 - A Dangerous Path - Erin Hunter

Título Nacional: Um Caminho Perigoso (Tradução Livre)
Ano de Lançamento: Sem Previsão
Número de Páginas: Sem Previsão
Editora: WMF Martins Fontes
Tradutor: Mariela Moraes

Título Original: A Dangerous Path
Ano de Lançamento: 2004
Número de Páginas: 336 páginas
Editora: HarperCollins

Sinopse: Em breve…

6º Livro da Série Gatos Guerreiros – Erin Hunter

Livro 6 - The Darkest Hour - Erin Hunter

Título Nacional: A Hora Sombria (Tradução Livre)
Ano de Lançamento: Sem Previsão
Número de Páginas: Sem Previsão
Editora: WMF Martins Fontes
Tradutor: Mariela Moraes

Título Original: The Darkest Hour
Ano de Lançamento: 2004
Número de Páginas: 336 páginas
Editora: HarperCollins

Sinopse: Em breve…

Atualizado em 26/12/2011 (Em Processo de Atualização)

segunda 26 dezembro 2011 14:28


O autor de Gatos Guerreiros

ATENÇÃO: se estiver escrito guerreiros é pq é a série

gatos guerreiros

Erin Hunter

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Erin Hunter é um pseudônimo utilizado pelos autores Kate Cary , Baldry Querite , e Sutherland Tui , juntamente com o editor Victoria Holmes . [ 1 ] Sob este nome caneta, eles têm escrito duas séries de livros. Eles são mais conhecidos para os guerreiros da série, mas os autores também criaram outra série similar chamado Seekers . O pseudônimo foi criado porque o uso de vários nomes nos livros significaria que os livros seriam arquivados em lugares diferentes em bibliotecas, tornando-os mais difíceis de encontrar. O nome de Hunter foi escolhido por ser montado o tema de gatos selvagens em guerreiros , bem, seria arquivado perto de livros de Brian Jacques ., um autor que a escritores como [ 2 ]

Kate Cary, Victoria Holmes, e Cherith Baldry viver no Reino Unido , [ 1 ] e Tui Sutherland vive o EUA . [ 3 ] Cada um dos autores desempenham um papel diferente: enquanto Holmes cria o enredo de cada livro, Cary, Baldry, Sutherland e se revezam a escrever os livros. [ 1 ] Sutherland é o mais novo Erin Hunter do grupo e escreve principalmente para a série Seekers (que é sobre ursos, em vez de gatos), ela escreveu livros menos Warriors, com todos eles sendo guias de campo. [ 4 ]

Também, uma outra pessoa que não é um Hunter Erin escreve o manga : Dan Jolley . [ 5 ]

Conteúdo

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 História

Em 2003, a HarperCollins perguntou Victoria Holmes para escrever uma série de fantasia sobre gatos selvagens, mas, sendo mais interessado em cães e não um leitor de fantasia, ela foi menor do que entusiasmado. [ 6 ] Depois de escrever um enredo, Kate Cary foi trazido para escrever o livro como Holmes foi nos bastidores para supervisionar e editar detalhes do livro. Em seguida, no terceiro livro, Forest of Secrets (Warriors) Cherith Baldry juntou Erin Hunter. [ 7 ] Mais tarde, depois Tui escreveu a primeira edição especial de guerreiros , ela se tornou a quarta Erin Hunter. [ 4 ]

O nome de Erin Hunter foi escolhido por alguns motivos. Primeiro, se os autores utilizaram todos os seus próprios nomes, os livros seriam colocados em lugares diferentes em uma biblioteca tornando-os difíceis de encontrar. Além disso, o nome de "Hunter" diz respeito ao seu tema de gatos selvagens que vivem no estado selvagem. O nome "Hunter", também colocou estreita com Brian Jacques , autor do Redwall série que tem uma história semelhante a guerreiros . [ 2 ]

 Autores

 Victoria Holmes

Holmes foi o autor original da série com HarperCollins pedir-lhe para escrever a série. [ 6 ] Depois de convidar Kate Cary fazer a própria escrita do livro, ela se mudou nos bastidores para ajudar a editar e supervisionar os detalhes. [ 7 ]

Holmes cresceu em uma fazenda na Inglaterra. Ela nasceu no dia 7 de julho de 1974, e aprendeu a montar cavalos menos dois. Mais tarde frequentou Oxford University. Lá, os prédios "inspirou um interesse pela história". Ela agora vive em Londres, onde ela trabalha como editor para a série. [ 8 ]

Em 5 de abril de 2011, Bookperk , um site que oferece promoções especiais em livros, publicou um especial para cópias assinadas do Warriors: Omen of the Stars # 4: Sign of the Moon . Porque Erin Hunter não é uma pessoa real, esses livros foram assinados por Victoria Holmes em nome da persona criada. [ 9 ]

 Kate Cary

Kate foi o segundo autor trazido a bordo para escrever para a série. Holmes escolheu Cary para escrever o primeiro livro depois de Holmes tinha terminado um enredo. Na primeira série, ela escreveu Into the Wild , Fire and Ice e Storm Rising . [ 7 ] Na segunda série, ela apenas escreveu Alvorada , o terceiro livro. [ 10 ] Na terceira série, ela escreveu A Visão , Rio negro e Eclipse . [ 11 ] Na série mais recente, ela escreveu Echoes desvanecimento . [ 12 ]

Ela nasceu em Inglaterra em 04 de novembro de 1967. Mais tarde, ela se mudou para a Escócia , onde viveu por 12 anos antes de voltar para a Inglaterra, onde ela reside atualmente. Além dos guerreiros da série, ela também escreveu os livros Bloodline e na seqüência Reckoning . [ 13 ] 67u890-

 Cherith Baldry

Querite foi o terceiro autor trazido para a equipe Hunter Erin. Holmes a convidou para participar no terceiro livro, Forest of Secrets depois de ver seu sentimento estilo de escrita que era semelhante ao de Erin Hunter. [ 7 ]

 Tui Sutherland

Sutherland nasceu em Caracas, Venezuela, mas agora vive nos Estados Unidos que faz dela o autor não apenas britânica da série. Ela agora vive em Boston e primeiro escreveu o campo guia Segredos dos Clãs . [ 8 ]

 Obras

 Guerreiros

Warriors (série original) [ 7 ]

  1. Into the Wild (2003) (Kate Cary)
  2. Fire and Ice (2003) (Kate Cary)
  3. Forest of Secrets (2003) (Cherith Baldry)
  4. Storm Rising (2004) (Kate Cary)
  5. Um caminho perigoso (2004) (Cherith Baldry)
  6. O Darkest Hour (2004) (Cherith Baldry)


Warriors: A Nova Profecia [ 10 ]

  1. Meia-noite (2005) (Cherith Baldry)
  2. Moonrise (2005) (Cherith Baldry)
  3. Amanhecer (2006) (Kate Cary)
  4. Starlight (2006) (Cherith Baldry)
  5. Crepúsculo (2006) (Cherith Baldry)
  6. Pôr do sol (2007) (Cherith Baldry)


Warriors: Poder das Três [ 11 ]

  1. A Visão (2007) (Kate Cary)
  2. Rio escuro (2007) (Kate Cary)
  3. Outcast (2008) (Cherith Baldry)
  4. Eclipse (2008) (Kate Cary)
  5. Long Shadows (2008) (Cherith Baldry)
  6. Sunrise (2009) (Cherith Baldry)

Warriors: Omen das Estrelas

  1. O Aprendiz Fourth (2009) (Cherith Baldry) [ 14 ]
  2. Echoes desvanecimento (2010) (Kate Cary)
  3. Sussurros da noite (2010) (Kate Cary) [ 15 ]
  4. Sinal da Lua (2011) (Cherith Baldry)
  5. O Guerreiro Forgotten (2011) (Cherith Baldry)
  6. A Última Esperança (2012)

Guerreiros Manga: Trilogy Graystripe de [ 5 ]

  1. O Guerreiro Perdido (2007) (Dan Jolley)
  2. Refúgio do Guerreiro (2007) (Dan Jolley)
  3. Voltar guerreiro (2008) (Dan Jolley)


Guerreiros Manga: Rise of Scourge [ 5 ]

  1. The Rise of Scourge (2008) (Dan Jolley)


Guerreiros Manga: Tigerstar e Sasha [ 5 ]

  1. Into the Woods (2008) (Dan Jolley)
  2. Escapar da Floresta (2009) (Dan Jolley)
  3. Voltar ao Clãs (2009) (Dan Jolley)


Guerreiros Manga: Path Ravenpaw de [ 5 ]

  1. Shattered Peace (2009) (Dan Jolley)
  2. Um clã que Sofre (2010) (Dan Jolley)
  3. O Coração de um Guerreiro (2010) (Dan Jolley)


Guerreiros Manga: SkyClan eo Estranho

  1. The Rescue (2011) (Dan Jolley)
  2. Além do Código (2011) (Dan Jolley)
  3. Depois do Dilúvio (2012) (Dan Jolley)


Warriors: Super Edição

  1. A Quest é Firestar (2007) (Cherith Baldry)
  2. Profecia da Bluestar (2009) (Kate Cary) [ 15 ]
  3. Destino de SkyClan (2010) (Cherith Baldry) [ 16 ]
  4. Promessa é Crookedstar (2011) (Kate Cary)


Warriors: Guias de Campo

  1. Segredos dos clãs (2007) (Tui Sutherland)
  2. Gatos da Clans (2008) (Homes Victoria)
  3. Código dos clãs (2009) (Tui Sutherland)
  4. Batalhas dos Clãs (2010) (Tui Sutherland)

 Seekers...Bom,se nao é desse blog pq falar né?

domingo 01 janeiro 2012 18:36


Sobre Gatos

 

"Os gatos sabem o momento em que seus donos

vão acordar - e os despertam dez minutos antes."

- Jim Davis

Gato

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Como ler uma caixa taxonómicaGato
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Estado de conservação
Não avaliada: Domesticado
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Felis
Espécie: F. silvestris
Subespécie: F. silvestris catus
Nome trinomial
Felis silvestris catus
(Linnaeus, 1758)

O gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos.

A primeira associação com os humanos da qual se tem notícia ocorreu há cerca de 9.500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano[1][2] é muito mais antiga. Seu mais primitivo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período Paleoceno, e que possuía o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução do gato deu origem ao Dinictis, espécie que já apresentava a maior parte das características presentes nos felinos atuais.[3] A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se a partir da África subsaariana até alcançar as terras do atual Egito.[4]

Existem cerca de 250 raças de gato-doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. Assim como cães com estas dimensões, vive entre quinze e vinte anos. De personalidade independente, tornou-se um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida. Na cultura humana, figura da mitologia às superstições, passando por personagens de desenhos animados, tiras de jornais, filmes e contos de fadas. Entre suas mais conhecidas representações, estão os gatos: Tom, Frajola, Gato Félix, Gato de Botas e Garfield.

 

[editar] Taxonomia

O gato doméstico foi denominado Felis catus por Carolus Linnaeus na sua obra Systema Naturae, de 1798. Johann Christian Daniel von Schreber chamou de Felis silvestris, o gato selvagem em 1775. Desse modo , os gatos caseiros são considerados uma das sub-espécies do gato selvagem. Não é incomum, aliás, o cruzamento entre gatos domésticos e selvagens, formando espécimes híbridos.[5]

Pelas regras de prioridade do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica, o nome das espécies domésticas deveria ser Felis catus. No entanto, na prática, a maioria dos biólogos utilizam Felis silvestris para as espécies selvagens e Felis catus somente para as formas domesticadas. Na opinião n.º 2027, publicada no Volume 60 (Parte I) do Bulletin of Zoological Nomenclature (31 de março de 2003),[6] a Comissão Internacional de Nomenclatura Zoológica confirmou a utilização de Felis silvestris para denominar o gato selvagem e Felis silvestris catus para as sub-espécies domesticadas. Felis catus segue sendo válido para a forma domesticada, se esta for considerada uma espécie separada.[7]

Johann Christian Polycarp Erxleben denominou o gato doméstico de Felis domesticus em suas obras Anfangsgründe der Naturlehre e Systema regni animalis, de 1777. Este nome e as suas variantes Felis catus domesticus e Felis silvestris domesticus não são nomes científicos válidos segundo as regras do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica.

[editar] História e domesticação

Blog de gatosguerreiros : Gatos guerreiros, Sobre Gatos
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Uma estatueta de um gato, feita no Antigo Egito, representando a deusa Bastet, em exposição no Museu do Louvre.

Os gatos domésticos atuais são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos.[8] Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio nas primeiras vilas agriculturais do Crescente Fértil.[9][10] Os sinais mais antigos de associação entre homens e gatos datam de 9 500 anos atrás e foram encontrados na ilha de Chipre.[10]

Quando as populações humanas deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano.[4] Por possuírem um forte instinto caçador, esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função na sociedade: eliminar os ratos e camundongos, que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.[9][10]

Registros encontrados no Egito, como gravuras, pinturas e estátuas de gatos, indicam que a relação desse animal com os egípcios data de pelo menos 5 000 anos.[11] Elementos encontradas em escavações indicam que, nessa época, os gatos eram venerados e considerados animais sagrados.[12] Bastet (Bast ou Fastet), a deusa da fertilidade e da felicidade, considerada benfeitora e protetora do homem, era representada na forma de uma mulher com a cabeça de um gato e frequentemente figurava acompanhada de vários outros gatos em seu entorno.[13][14]

Na verdade, o amor dos egípcios por esse animal era tão intenso que havia leis proibindo que os gatos fossem "exportados".[15] Qualquer viajante que fosse encontrado traficando um gato era punido com a pena de morte. Quem matasse um gato era punido da mesma forma e, em caso de morte natural do animal, seus donos deveriam usar trajes de luto.[16]

Não tardou para que alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios,[17] fazendo com que a popularidade dos gatos aumentasse. Ao chegarem à Pérsia antiga, também passaram a ser venerados e havia a crença de que, quando maltratados, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, o homem estaria atingindo a si próprio.[13]

Devido ao fato de serem exímios caçadores e auxiliarem no controle de pragas, por muitos séculos os gatos tiveram uma posição privilegiada na Europa cristã. Porém, no início da Idade Média, a situação mudou: gatos foram acusados de estarem associados a maus espíritos e, por isso, muitas vezes foram queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria.[18] Até hoje, ainda existe o preconceito de que as bruxas têm um gato preto de estimação, sendo esse animal associado aos mais diversos tipos de sortilégios; dependendo da região, porém, podem ser considerados animais que trazem boa sorte. É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos animais dessa cor.[19]

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Desde tempos imemoriais os gatos auxiliam os humanos na prevenção de roedores, especialmente em áreas agrícolas.
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Winston Churchill afaga o gato que era mascote do navio militar HMS Prince of Wales (53), agosto de 1941.

Ao fim da Idade Média, a aceitação dos gatos nas residências teve um novo impulso, fenômeno que também se estendeu às embarcações, onde os navegadores os mantinham como mascotes. Conhecidos como gatos de navios, esses animais assumiam também a função de controlar a população de roedores a bordo da embarcação.[18] Com o passar do tempo, muitos gatos passaram a ser considerados animais de luxo, ganhando uma boa posição do ponto de vista social, sendo até utilizados como "acessórios" em eventos sociais pelas damas. Nessa época, o gato começou a passar por melhoramentos genéticos para exposições, começando assim a criação de raças puras, com pedigree. Uma das primeiras raças criadas para essa finalidade foi a Persa, que ficou conhecida após sua introdução no continente europeu, realizada pelo viajante italiano Pietro Della Valle.[20]

A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de certos padrões propagou-se por toda a Europa.[5]

Atualmente, os gatos são animais bastante populares, servindo ao homem como um bom animal de companhia, e ainda continuam sendo utilizados por agricultores e navegadores de diversos países como um meio barato de se controlar a população de determinados roedores. Devido ao fato de sua domesticação ser relativamente recente, quando necessário convertem-se facilmente à vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colônias e caçam em conjunto.[5]

[editar] Características

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Anatomia de um gato.

Os gatos, geralmente, pesam entre 2,5 e 7 kg; entretanto, alguns exemplares, como o Maine Coon, podem exceder os 12 kg. Já foram registrados exemplares com peso superior a 20 kg, devido ao excesso de alimentação.[21]

Em cativeiro, os gatos vivem tipicamente de 15 a 20 anos, porém o exemplar mais velho já registado viveu até os 36 anos.[22] Os gatos domésticos têm a expectativa de vida aumentada quando não saem pelas ruas, pois isso reduz o risco de ferimentos ocasionados por brigas e acidentes. A castração também aumenta significativamente a expectativa de vida desses animais, uma vez que reduz o interesse do animal por fugas noturnas e também o risco de incidência de câncer de testículos e ovários.[23]

Gatos selvagens que vivem em ambientes urbanos têm expectativa de vida reduzida. Gatos selvagens mantidos em colônias tendem a viver muito mais. O Fundo Britânico de Ação para Gatos (British Cat Action Trust[24]) relatou a existência de uma gata selvagem com cerca de 19 anos de idade.[25]

Os gatos possuem trinta e dois músculos na orelha, o que lhes permite ter um tipo de audição direcional, movendo cada orelha independentemente da outra. Assim, um gato pode mover o corpo numa direção, enquanto move as orelhas para outro lado.[26] A maioria dos gatos possui pavilhões auditivos orientados para cima. Diferentemente dos cães, gatos com orelhas dobradiças são extremamente raros. Os Scottish Folds são uma das exceções a essa regra, devida a uma série de mutações genéticas. Quando irritados ou assustados, os gatos repuxam os músculos das orelhas, o que faz com que elas se inclinem para trás.

O método de conservação de energia dos gatos compreende dormir acima da média da maioria dos animais, sobretudo à medida que envelhecem. A duração do período de sono varia entre 12–16 horas, sendo de 13–14 horas o valor médio. Alguns espécimes, contudo, podem chegar a dormir 20 horas num período de 24 horas.[23]

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O gato doméstico costuma dormir durante a maior parte do dia para conservar sua energia.

A temperatura normal do corpo desses animais varia entre 38 e 39 °C. O animal é considerado febril quando tem a temperatura superior a 39,5 °C, e hipotérmico quando está abaixo de 37,5 °C. Comparativamente, os seres humanos têm temperatura normal em torno de 37 °C. A pulsação do coração desses pequenos mamíferos vai de 140 a 220 batidas por minuto e depende muito do estado de excitação do animal. Em repouso, a média da freqüência cardíaca fica entre 150 e 180 bpm.[26]

Um adágio popular diz que os gatos caem sempre de pé. Geralmente, o ditado corresponde à realidade, mas não é uma regra fechada. Durante a queda, o gato consegue, por instinto, girar o corpo e prepará-lo para aterrar em pé, utilizando a cauda para dar equilíbrio e flexibilidade. Os gatos sempre se ajeitam do mesmo modo, desde que haja tempo durante a queda para fazê-lo; deste modo, são capazes de suportar quedas de muitos metros, visto que, durante a queda, chegam a uma velocidade-limite na qual suportam o impacto com o chão. Algumas subespécies sem cauda são exceções a esta regra, já que o gato conta com a cauda para conservar o momento angular, necessária para endireitar o corpo antes do pouso. Assim como a maioria das espécies de mamíferos, os gatos são capazes de nadar. No entanto, somente o fazem quando extremamente necessário, como em caso de queda acidental na água.[27]

Assim como os cães, os gatos são digitígrados: andam diretamente sobre os dedos; os ossos das suas patas compõem a parte mais baixa da porção visível das pernas. São capazes de passos precisos, colocando cada pata directamente sobre a pegada deixada pela anterior, minimizando o ruído e os trilhos visíveis.[26]

[editar] Alimentação

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Gato recém-nascido sendo alimentado a leite.

Os gatos, como caçadores, alimentam-se de insetos, pequenas aves e roedores. Os gatos não-domesticados, abandonados e sem dono, ou gatos domesticados que se alimentem livremente, consomem entre 8 a 16 refeições por dia. Apesar disso, os animais adultos podem adaptar-se a apenas uma refeição por dia.[28] Biologicamente, os gatos são classificados como animais carnívoros, tendo a sua fisiologia orientada para a eficiência no processamento de carne, com consequente ausência de processos eficientes para a digestão de vegetais.

Os gatos não produzem a sua própria taurina (um ácido orgânico essencial). Como essa substância está presente no tecido muscular dos animais, o gato precisa se alimentar de carne para sobreviver. Assim, os gatos apresentam dentição e aparelho digestivo especializado para processamento de carne. O intestino diminuiu de extensão ao longo da evolução para ficar apenas com os segmentos que melhor processam as proteínas e gorduras de origem animal.[29] O aparelho digestivo limita seriamente a capacidade dos gatos de digerir, metabolizar e absorver nutrientes de origem vegetal, bem como certos ácidos graxos.

A taurina é rara em plantas, mas relativamente abundante nos tecidos dos animais, sendo um aminoácido de grande importância para a saúde dos olhos dos gatos, de modo que a deficiência dessa substância pode causar uma degeneração macular, na qual a retina sofre destruição lenta e gradual, podendo causar uma cegueira irreversível no animal.

Blog de gatosguerreiros : Gatos guerreiros, Sobre Gatos
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A evolução tornou os gatos excelentes caçadores.

Apesar da fisiologia do gato ser essencialmente orientada para o consumo de carne, é comum que os gatos complementem a sua dieta carnívora com a ingestão de pequenas quantidades de ervas, folhas, plantas domésticas ou outros elementos de origem vegetal. Uma teoria sugere que este comportamento ajuda os gatos a regurgitar em caso de difícil digestão; outra teoria aponta que ingerir pequenas doses de vegetais fornece fibras e minerais diversos, não presentes em uma dieta exclusivamente carnívora. Neste contexto, é necessária prudência aos donos dos gatos porque algumas plantas podem ser venenosas para os animais.[30] As folhas de algumas espécies de lírios podem causar dano nos rins, que pode mesmo ser fatal; também as plantas do género Philodendron são venenosas para os gatos.[31] Outro exemplo é o do abacateiro, do qual algumas partes são tóxicas, mas cujo fruto (exceto o caroço) é um ingrediente em várias marcas de comida para gatos.[32]

Os gatos são bastante seletivos em sua alimentação, o que pode ser decorrente, pelo menos em parte, da mutação que causou à espécie a perda da capacidade de detectar o sabor doce nos alimentos. Apesar de exigentes, precisam alimentar-se constantemente, pois, de modo geral, não toleram mais de 36 horas de jejum sem que os seus rins sofram algum risco de dano.[33]

O gato exibe alguma preferência pela planta designada por nepeta, popularmente conhecida como erva-dos-gatos, ou catnip. Muitos gatos gostam de comer esta planta, que tem efeitos diversos no seu comportamento, enquanto outros apenas rastejam sobre esse vegetal e brincam com suas folhas e flores.[34] Os gatos também podem sofrer de distúrbios alimentares diversos. Alguns contraem uma doença chamada pica,[35] que consiste em um transtorno que os impele a mastigar objetos alheios a sua dieta, tais como terra, plástico, papel, , carvão e outros materiais, o que pode ser perigoso para a sua própria sobrevivência, dependendo da toxicidade desses materiais.[30]

O meio de alimentação mais recomendado para os gatos domésticos é o consumo livre, ou seja, deve-se procurar deixar o alimento à vontade para o animal ao longo do dia. Essa prática tem a vantagem de diminuir o pH da urina, evitando, desse modo, a formação de cálculos renais. No entanto, alguns veterinários costumam recomendar que o dono controle a quantidade de alimento ingerida, oferecendo ao gato porções limitadas, visando evitar que o animal fique com sobrepeso.[36]

[editar] Comportamento

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Uma gata amamentando seus filhotes.

O temperamento dos filhotes varia conforme a ninhada e a socialização. Os gatos de pelo curto tendem a ser mais magros e fisicamente mais ativos, enquanto os gatos de pelo comprido tendem a ser mais pesados e letárgicos. Entretanto, a maioria dos gatos partilha um mesmo comportamento: são extremamente curiosos. Não é por acaso que existe um dito popular que diz "A curiosidade matou o gato". Quando abandonados em áreas remotas, distante da sociedade humana, filhotes de gatos podem converter-se ao meio de vida selvagem, passando a caçar pequenos animais para sobreviver.[37] A expectativa de vida de um gato de rua é de apenas três anos. Já um gato que seja cuidado por humanos pode superar os 20 anos de idade.[38] O gato no estado selvagem é um animal muito social, chegando a estabelecer colônias mais ou menos hierarquizadas. Possui um instinto natural de caça. Mesmo quando domesticados, os machos tendem a marcar o seu território com urina. Os gatos possuem um cérebro bastante evoluído, sendo capazes de sentir emoções. Podem sofrer diversos distúrbios psicológicos, tais como estresse e depressão. Assim como um ser humano, quando estressados, tendem a ter um comportamento neurótico.[23]

Esses animais costumam copular somente quando a fêmea entra no cio. Este pode ocorrer várias vezes ao longo de um ano e dura aproximadamente uma semana. O macho procura cercar a fêmea, que tenta resistir ao máximo à cópula. Se o macho é hábil, ele conseguirá mordê-la na parte posterior do pescoço, imobilizando-a. Até conseguir isso, é comum que os dois soltem miados altos, diferentes do miado usual. A penetração é dolorosa. A cópula estimula o ínicio do processo de ovulação das fêmeas: elas têm sensores nervosos que, com a dor, ativam o processo. Desse modo, poucos óvulos são perdidos.[26]

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A mãe amamenta a sua cria.

Sua velhice ocorre de forma abrupta, não sendo gradual como a humana. Dura aproximadamente um ano e finda com a morte. É possível que o gato tenha doenças típicas da idade avançada, como catarata e perda olfativa. Nesta fase, o animal geralmente dorme durante todo o dia, mostrando extremo cansaço e fraqueza muscular.[39]

As fêmeas apresentam um temperamento variável: podem simular ignorar seu dono, dar atenção a ele, ronronar ou fugir sem razão aparente. O comportamento dos gatos depende de cada indivíduo, do momento do dia e até mesmo das condições climáticas. Enquanto um felino pode ser muito sociável, o outro pode ser completamente arisco. Alguns gatos ficam agitados e aversos ao contato com humanos à noite. Ainda é possível observar que alguns desses animais ficam agitados quando uma tempestade está por vir, outros adotam uma posição defensiva, em que ficam deitados com as patas recolhidas, aguardando o início da chuva. Devido a variações constantes em seu humor, é possível dizer que, na maioria das vezes, o temperamento de um gato é imprevisível. Em algumas ocasiões, um gato filhote pode apresentar variações de energia, ficando algumas vezes mais calmos, outras mais agitados. Gatos adultos mantêm-se calmos por mais tempo que gatos pequenos, por serem maiores e mais pesados.[5]

[editar] Higiene

Os gatos são animais muito higiênicos, sendo que passam muitas horas por dia cuidando da limpeza de seus pelos. Para isso, utilizam a superfície áspera de suas línguas para remover partículas de pó e sujeira. Devido ao modo que tratam da sua higiene, lambendo-se e ingerindo muito pelos, os gatos eventualmente regurgitam esse material na forma de pequenas bolas contendo suco gástrico e material piloso. [40] Outro aspecto característico da higiene desses felinos é o fato dele enterrar a sua urina e fezes, evitando assim que o cheiro denuncie sua presença a uma possível presa ou predador. Com isso, quando o gato é criado em locais sem a presença de solo exposto, há a necessidade de se manter uma caixa com areia sanitária à sua disposição, sendo que instintivamente ele irá utilizá-la para o descarte de seus resíduos fisiológicos. Alguns fabricantes disponibilizam areias perfumadas para eliminar o cheiro forte que suas fezes poderiam deixar em um ambiente fechado (casas e apartamentos). [41]

[editar] Ciclo biológico

[editar] Reprodução

O gato apresenta vários ciclos reprodutivos ao longo do ano, que podem durar de 4 a 7 dias. Durante esse período, as gatas miam mais frequentemente e vários gatos podem lutar por uma mesma fêmea no cio; o vencedor ganha o direito de copular. Ainda que a fêmea, a princípio, rechace a relação sexual, ela acaba aceitando o macho. Depois da cópula, a fêmea se limpa e pode ficar muito violenta até que termine todo o ato do acasalamento, uma vez que o ciclo se repita. As gatas podem ter cada óvulo fecundado por um macho diferente, tendo assim, na mesma ninhada, filhotes de pais diferentes.[30]

As gatas alcançam a maturidade sexual entre 4 a 10 meses de idade, e os gatos entre 5 a 7 meses após o nascimento. A gestação dura de 63 a 65 dias, aproximadamente e pode gerar de um a oito filhotes.[30] Os recém-nascidos devem manter-se com a mãe por 60 dias, já que então o gatinho já terá recebido os nutrientes necessários. Separá-los antes desse período seria um erro, devido à possibilidade de que eles morram por falta de alimentação adequada. Pode-se esterilizar os gatos, procedimento normalmente realizado em machos antes que eles comecem a marcar território; isto deve evitar que eles perpetuem esse comportamento ao longo de suas vidas.

sábado 31 dezembro 2011 15:26



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